segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Projeto Bruxas e Fadas

Os alunos dos 5ºanos, coordenados pelas professoras Marlene e Angela desenvolveram neste mês de agosto um projeto intitulado como, Onde tem Bruxa tem Fada!
Muita leitura, pesquisa e atividades lúdicas fizeram parte deste projeto.
Confira uma pitadinha desta atividade:

Diretora Valéria com professores e alunos responsáveis pelo projeto.

Veja os ingredientes do caldeirão da Bruxa.

Painel

Atividade sobre o Projeto.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Pais de alunos da EMEF "José Cruz" respondem pesquisa.


      

















A pesquisa foi respondida por 231 pais de alunos da Escola, os quais estiveram presentes na reunião bimestral de pais e mestres.
A criação deste Blog é recente e a maioria dos pais não estão familiarizados com este mais novo recurso da Escola.
A pesquisa foi tabulada, postada neste Blog e será divulgada também através de reuniões da APM e Conselho de Escola, que será no próximo dia 30. Nesta oportunidade a Direção da escola juntamente com os presentes discutirão alguns pontos, os quais serão considerados para a reformulação do PPP.
A divulgação também se dará através do mural da Escola na próxima semana.
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

INTRODUÇÃO

O Projeto Político Pedagógico da EMEF “José Cruz” foi elaborado pelos professores e comunidade no ano letivo de 2009.
Sabemos que este documento precisa ser revisto e discutido sempre que necessário, pois é norteador de muitas decisões tomadas na escola.
Neste ano letivo de 2011, a direção, coordenação, professores, funcionários e pais de alunos se reuniram no início do mês de março para uma revisão e reflexão sobre o documento em questão.
Muitas observações foram feitas e sugestões foram discutidas, para que o mesmo ficasse de acordo com a realidade atual da escola.  


DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR

A EMEF “José Cruz”, possui uma clientela, compreendida pela faixa etária de crianças a completar 06 anos, as quais estão inseridas no 1º ano do Ensino Fundamental de 9 anos, até os 10 anos, que completam o 5º ano do Ciclo I do Ensino Fundamental.
Os alunos são provenientes de diferentes classes sociais, sendo que no período da manhã os alunos são em sua maioria da zona rural e muitas vezes são desfavorecidos culturalmente e financeiramente. Já os alunos do período da tarde possuem uma gama maior de informações e famílias com certa estabilidade financeira.
O grande desafio da EMEF “José Cruz” é fazer com que os pais dos alunos sejam mais presentes e participativos na escola, pois uma grande parcela de nossa comunidade ainda não se conscientizou da importância da educação como pré condição para o exercício da cidadania. Por isso nos deparamos com alguns problemas, que são:

-os alunos freqüentam a escola com o objetivo de se alimentar da merenda escolar que lhes são oferecidos;

-preocupação em manter a freqüência escolar devido ao benefício do Programa Bolsa Família;

-alguns alunos não freqüentaram a Educação Infantil;
Convém ainda ressaltar o fato de que a maioria dos educandos, não conta com acompanhamento por parte dos pais, em casa, relegando somente à escola a educação de seus filhos, muitos trabalham fora de casa, e alegam não dispor de tempo para acompanhar o desempenho escolar de seus filhos.
Há ainda os que não dispõem de conhecimentos para acompanhar a contento o desempenho dos filhos, no que se refere aos estudos.
A escola não apresenta problemas referentes à evasão escolar e a repetência é mínima.
Em síntese, o trabalho que vem sendo realizado na escola é satisfatório, pois existe uma crescente a cada ano, no que se refere ao índice de aproveitamento escolar. E isso é evidenciado nas avaliações externas da escola, como Avaliação do Sistema POSITIVO – Aprende Brasil (material apostilado adotado pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura), Saresp, Prova Brasil e Provinha Brasil.
O IDEB da escola no ano de 2005 foi: 5,2, em 2007: 5,4 e em 2009 6,0.
      No ano letivo de 2011, até o momento a escola atende alunos de inclusão com diferentes tipos de necessidades especiais, como: síndrome de Rett,
Paralisia Cerebral e deficiência intelectual.
Os professores e funcionários ainda se sentem despreparados para lidar com alunos portadores dessas necessidades, mas a escola procura estar participando de cursos e capacitações oferecidas pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura, recebem orientação da Orientadora de Aprendizagem, profissional existente na escola, com uma formação em Psicopedagogia e Psicologia e especialização em inclusão escolar (em andamento) além de textos diversos e material encontrado na Internet sobre inclusão.
A estimulação curricular direcionada aos alunos com deficiência está relacionada às habilidades que possam ser desenvolvidas conforme as especificidades de cada aluno.


FILOSOFIA DA ESCOLA

A escola tem como pressuposto filosófico:

Inserção do aluno no mundo das relações simbólicas (ciência, arte, religião, etc.) de forma que ele possa produzir e usufruir conhecimentos, bens e valores culturais.

Para que estes pressupostos se concretizem, a escola propõe-se a levar o aluno a buscar e a compreender:
* Cidadania como participação social e política, assim como o exercício de direitos e deveres políticos, civis, sociais, adotando no dia-a-dia atitudes de solidariedade, cooperação e repudio às injustiças, respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito.

* Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas.

* Questionar a realidade formulando problemas e tratando de resolvê-los, utilizando para isso o pensamento lógico, a criatividade, a intuição e a capacidade de análise crítica.

* Saber utilizar diferentes fontes de informações e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos.

* Conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sócio-cultural brasileiro, bem como os aspectos sócio-culturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais.

VALORES QUE A ESCOLA DEFENDE


O compromisso com a construção da cidadania pede necessariamente uma prática educacional voltada para a compreensão da realidade social e dos direitos e responsabilidade em comunhão: homem e natureza.

A contribuição da Escola, portanto, é a de desenvolver um projeto de educação comprometido com o desenvolvimento de capacidade que permitam intervir na realidade para transformá-la. Um projeto pedagógico com esse objetivo deverá ter as seguintes diretrizes:

* Posicionar-se em relação às questões sociais e interpretar a tarefa educativa como uma intervenção na realidade no momento presente.

* Não tratar os valores apenas como um conceito ideal e sim trazer os temas transversais para o interior da escola.


OBJETIVOS DO ENSINO FUNDAMENTAL


O ensino fundamental terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:

I-                  Desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;


II-               A compreensão do ambiente natural e social, dos sistemas político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;

III-            O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;
IV-           O fortalecimento dos vínculos da família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se apresenta a vida social.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA ESCOLA



     * Oferecer condições para que a criança atinja na faixa etária correspondente, o desenvolvimento possível e necessário ao seu bom desempenho numa próxima etapa de aprendizagem, e a sua atuação como elemento integrante da sociedade;

     * Proporcionar atividades em que o aluno sinta-se livre, para realizar novas experiências, desenvolvendo atividades de iniciativa, cooperação e criatividade.

    * Propiciar atividades para que haja oportunidade de maior entrosamento dos pais com a escola;

* Vivenciar situações que conduzam a compreensão dos direitos e deveres em relação aos colegas e adultos;

    * Oferecer palestras para os pais com profissionais qualificados sobre temas de interesse geral como Bullying, valores, preconceito racial e outros;

* Promover condições para mudanças comportamentais no sentido de melhor adaptação do educando e sua comunidade, de modo que a permanência na escola seja parte integrante da sua vida; 


ORGANIZAÇÃO E O FUNCIONAMENTO DA ESCOLA

                 A escola está organizada de modo a atender às necessidades sócio – educacionais de aprendizagem dos alunos em prédio e salas com mobiliário, equipamentos e material didático – pedagógico, adequado às diferentes faixas etárias, alunos de inclusão, sala de recursos, brinquedoteca, parquinho, laboratório de informática e sala de leitura.
                 Ela funciona em dois turnos: manhã e tarde.
A carga horária anual é de 1000 (mil) horas para os respectivos períodos, os quais atendem alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental de 9 Anos e Inclusão.
                 Consideram-se de efetivo trabalho escolar os dias em que forem desenvolvidas atividades regulares de aulas e outras programações didático – pedagógicas, planejadas pela escola e que contem com a freqüência controlada de alunos e professores devidamente habilitados. Tais programações podem ser realizadas em outros recintos para trabalhos teóricos e práticos, leitura, pesquisa, trabalhos em grupos, concursos e competições, excursões para conhecimento da natureza e das artes, bem como as atividades culturais que envolvam a comunidade escolar.
                 No período noturno a EMEF “José Cruz” em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura sede o espaço físico para alguns cursos do Senac e Uniararas.
                 Neste ano letivo iniciou as aulas de Capoeira. Elas acontecem às, terças, quartas e quintas-feiras depois do período das aulas, com alunos da escola de todos os anos. O professor dessas aulas já desenvolve um trabalho na cidade com diferentes segmentos da sociedade. ¨
     
CURRÍCULO DO ENSINO FUNDAMENTAL

O currículo do Ensino Fundamental tem uma base nacional comum fixada pelo Conselho Nacional de Educação, e uma parte diversificada pelo Sistema Estadual de Ensino, exigidas pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela.
A base nacional comum do currículo compreenderá as matérias obrigatórias:

·        Estudo da Língua Portuguesa e Matemática;
·        Conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil;
·        Artes e formas de promover o desenvolvimento cultural do aluno. As aulas são ministradas por professores especialistas em período regular de aulas.
·        Educação Física obrigatória para todos os alunos, sendo  ministrado no período regular de aulas, por professor especialista.
·        O ensino de informática é extracurricular e será ministrado pelo professor da sala de aula com sua turma com o auxílio técnico do Orientador de informática, no período regular de aulas.
·           Ensino Religioso – trabalhado como tema transversal.
·            A música está inserida nos conteúdos das aulas de Educação Artística.

A parte diversificada compreende:
                *Língua Estrangeira Moderna - Inglês.

                *Os professores trabalham o tema Africanidade e Povos Indígenas, na interdisciplinaridade, inclusive os professores especialistas de Educação Artística e Educação Física.

Em relação ao número de hora/aula previsto no Quadro Curricular observar-se-ão as normas estabelecidas na legislação vigente pelos órgãos competentes e homologadas pela Diretoria de Ensino.
Em todo o desenvolvimento curricular do Ensino Fundamental, as disciplinas são distribuídas de modo a assegurar o relacionamento, ordenação e a seqüência dos estudos, isto é, respeitando o desenvolvimento da aprendizagem, no tempo e aquelas que ocorrem concomitantemente de formas interligadas.
VERIFICAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR

A verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:

a)                                        – Avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos ao longo do período, que permita a identificação dos alunos que não atingiram com proficiência os objetivos do ano.
b)                                       – Estudo de reforço e recuperação paralela ao período letivo para os alunos com baixo rendimento escolar. As aulas de reforço serão ministradas durante o horário de aula pelas Professoras Assistentes.

A avaliação para a verificação do rendimento escolar será feita pelo professor e expressas a menções: A, B, C, D e E.

Para efeito de avaliação do Rendimento Escolar ao longo do processo educativo, o ano letivo é dividido em 04 (quatro) bimestres letivos, atribuindo-se a cada  período uma nota  de aproveitamento, previsto no Regimento Escolar.
Os resultados da avaliação do aproveitamento devem ser sistematicamente registrados, analisados com os alunos e sintetizado numa única nota, bimestralmente comunicado aos pais e responsáveis.
      Ao final do ano letivo o professor atribuirá uma das menções (A, B, C, D ou E), que expressará seu aproveitamento sobre as condições de aprendizagem do aluno.
Será considerado promovido para o ano subseqüente ou concluinte do ciclo, o aluno que obtiver em cada componente curricular, média igual ou superior a C e freqüência igual ou superior a 75% total das horas letivas.
      A promoção dos alunos é resultante do Ciclos I (1º, 2º e 3º ano) e ciclo II (4º e 5º ano).




FREQÜÊNCIA

A freqüência não influi na apuração do rendimento escolar, porém, exigir-se-á para a aprovação o mínimo de 75% do total de horas letivas.
O controle da freqüência no Ensino Fundamental será apurado pela total das horas letivas pelo professor, bimestralmente.
A Escola fará o controle sistemático de freqüência dos alunos às atividades escolares e, bimestralmente, adotará as medidas necessárias para que os alunos possam compensar ausências que ultrapassem o limite  de 20% do total das horas dadas ao longo de cada bimestre letivo.

RECUPERAÇÃO CONTÍNUA E PARALELA

Ao final de cada bimestre, promover-se-á a Reunião de Conselho de cada ano, onde serão analisados os resultados obtidos pelos alunos no decorrer do período.
Após análise do Conselho e esgotadas as possibilidades de recuperação contínua, este encaminhará a estudos de reforço e recuperação paralela aos alunos que não conseguiram assimilar os conteúdos necessários do ano em curso, estando com menção sofrível ou insatisfatória.
enço em curso,
Os estudos de reforço e recuperação paralela são ministrados  no período regular das aulas Professores Assistentes e acompanhados pela Coordenação Pedagógica. Os professores da sala trabalham os alunos que apresentam dificuldades de maneira diferenciada, com o objetivo de sanar suas dificuldades num determinado conteúdo.
Os alunos de inclusão recebem atendimento da Orientadora de Aprendizagem, e orienta também os professores e funcionários da escola para melhor lidarem com esses alunos.
A Coordenação Pedagógica acompanha a recuperação dos alunos, os quais se submetem a testes de avaliações diagnósticas a cada bimestre e conforme os alunos vão superando suas dificuldades, os mesmos passam a acompanhar melhor os conteúdos desenvolvidos pelo professor na sala de aula.

   
 COMPENSAÇÃO DE AUSÊNCIAS

As atividades de compensação de ausências serão programadas, orientadas e registradas pelo professor da classe, acompanhadas pelo Coordenador Pedagógico com ciência do Diretor de escola, com a finalidade de sanar as dificuldades por freqüência irregular.

CLASSIFICAÇÃO

               A classificação dos alunos ocorrerá, através dos Ciclos:
a)  – Por promoção – para alunos da própria escola, com aproveitamento do ano anterior;
b) – Por transferência – para candidatos de outra escola do país ou do Exterior;
c)  – Mediante avaliação feita pela Escola, independente de comprovação de escolaridade anterior (reclassificação).

Para aplicação do dispositivo da classificação sem comprovação de escolaridade anterior a Escola adotará os seguintes critérios:
               Admissão somente deverá ser requerida no início do ano letivo até o final do 1ª Bimestre letivo em data fixada no Calendário Escolar e só excepcionalmente, diante de fatos relevantes em outras épocas.
               O professor deverá indicar a série em que pretende sua matrícula, onde será observada a correlação com a idade e competência, isto é, submetendo-se a avaliação realizada com as matérias da Base Nacional Comum do Currículo, incluindo uma redação avaliada por uma comissão de três professores e Conselho de Série, cujo objetivo é o de verificar o grau de desenvolvimento e maturidade para cursar o ano pretendido.
               A avaliação abrangerá conteúdos dos anos anteriores ao pretendido.





RECLASSIFICAÇÃO

·        Para o aluno da própria escola que não puder cumprir os 75% de horas letivas.
·        Por transferência, para candidatos de outras escolas do país ou do exterior, quando houver discordância da classificação efetuada pela Escola em função do ano pretendido pelo aluno;
·        Mediante avaliação feita pela escola para alunos sem comprovação de estudos anteriores, observando o critério de idade e outras exigências específicas do curso.

               A reclassificação dos alunos das Escolas Municipais de Ensino Fundamental poderá ser feito em ano mais avançado ou não, tendo sempre como referência a correspondência idade/ano e a avaliação de competências nas matérias da Base Comum do currículo.

               A reclassificação ocorrerá a partir de:

·        Proposta apresentada pelo professor do aluno, com base nos resultados da avaliação diagnóstica;
·        Solicitação do responsável do aluno, mediante requerimento dirigido ao Diretor Da Escola.

Os procedimentos adotados pela Escola para o dispositivo da reclassificação serão:

·        Provas sobre os componentes curriculares da base nacional comum;
·        Textos diversificados;
·        Parecer do Conselho de Classe sobre o grau de desenvolvimento e maturidade do candidato para cursar o ano pretendido;
·        Parecer conclusivo do Diretor;

               Tais procedimentos aplicar-se-ão aos alunos da própria escola, recebidos por transferência, sem comprovação de escolarização anterior, e ocorrerão somente até o final do primeiro bimestre.

APROVEITAMENTO DOS ESTUDOS REALIZADOS COM ÊXITO

Os alunos com rendimento insatisfatório serão classificados no mesmo ano, aproveitando-se os estudos realizados com êxito.


GESTÃO DEMOCRÁTICA


A gestão democrática desta Unidade Escolar com observância dos princípios de autonomia, coerência, pluralismo de idéias, concepções pedagógicas e co-responsabilidade da comunidade escolar far-se-á mediante a:   

·        Participação dos profissionais da escola na elaboração, implementação e avaliação da proposta pedagógica;
·        Participação dos seguimentos da comunidade escolar - direção, professores, pais, alunos e funcionários - nos processos consultivos e decisórios, através do Conselho de Escola e Associação de Pais e Mestres;
·        Autonomia na gestão pedagógica, administrativa e financeira respeitadas as diretrizes e normas vigentes;
·        Administração dos recursos financeiros através da elaboração e avaliação do respectivo plano de ação, devidamente aprovado pelos órgãos ou instituições escolares competentes, obedecidos a legislação específica para gastos e prestação de contas dos recursos públicos;
·        Transparência nos procedimentos pedagógicos administrativos e financeiros, garantindo-se a responsabilidade e o zelo comuns na manutenção e otimização do uso, aplicação e distribuição adequada dos recursos públicos;
·        Valorização da escola enquanto espaço privilegiado de execução do processo educacional.






INTEGRAÇÃO ESCOLA/COMUNIDADE


O objetivo maior é a construção de uma Escola que garanta o acesso e a permanência, e o sucesso de todos os alunos com efetiva qualidade de ensino.
Entendemos que para garantir esse objetivo faz-se necessário que haja a integração da Comunidade (pais) com a Escola.
Através de reuniões, palestras, campanhas, projetos e atividades extracurriculares espera-se que a comunidade se conscientize da importância da Escola, e passe a participar mais efetivamente da vida escolar de seus filhos, ajudando-os a trabalhar sua auto-estima e auto-confiança, necessários, para que a Escola cumpra sua função social: ensinar com qualidade.